sábado, 1 de maio de 2010

O tempo passa mesmo quando isso parece impossivel, mesmo quando cada batida do ponteiro dos segundos dói como o sangue pulsando sob um hematoma.Passa de modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa... até para mim... Parecia que eu estava presa em um daqueles pesadelos apavorantes em que precisa correr, correr até os pulmões explodirem, mas não consegue fazer com que seu corpo se mexa com rapidez suficiente. (...) mas isso não era um sonho, eu não estava correndo para salvar minha vida, eu corria para salvar algo infinitamente mais precioso (...) Você.Hoje minha própria vida pouco significava para mim !

Nenhum comentário:

Postar um comentário